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	<title>Comentários sobre ILBlog</title>
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	<link>http://institutoliberal.org.br/blog</link>
	<description>ideias liberais em curso</description>
	<lastBuildDate>Sat, 10 Mar 2012 18:47:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre A revolta da base e o trem-bala por Jayme Rizolli Filho</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=2110&#038;cpage=1#comment-2882</link>
		<dc:creator>Jayme Rizolli Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 18:47:48 +0000</pubDate>
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		<description>Senhores
Não é de hoje que se fala acerca da inviabilidade econômica do TREM BALA.
Entretanto, a malha ferroviária a ser instalada promoverá competitividade impar entre os dois maiores estados brasileiros, além de permitir encomendas de pequeno porte e até mesmo as correspondências dos correios. No futuro, automóveis poderão ser transportados, permitindo um conforto a mais para quem viajar. 
Essa inviabilidade seria recompensada através dos anos e de acordo com a demanda. Não teríamos empresas interessadas se elas não vislumbrassem lucros.
Então, entendo, que essa experiencia impar no pais poderia servir de alavanca para tantos outros empreendimentos do gênero integrando o pais como um todo através do transporte ferroviário, que se sabe, tem custo muito inferior de manutenção que nossas estradas de rodagem que estão jogadas as traças consumindo milhões de reais a titulo de modernização e recapeamento que é substituído a cada dois trés anos.
Isso sim é uma fabrica de comer dinheiro, talvez as mesmas fabricas que teem  tanto interesse na inviabilidade das operações ferroviárias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores<br />
Não é de hoje que se fala acerca da inviabilidade econômica do TREM BALA.<br />
Entretanto, a malha ferroviária a ser instalada promoverá competitividade impar entre os dois maiores estados brasileiros, além de permitir encomendas de pequeno porte e até mesmo as correspondências dos correios. No futuro, automóveis poderão ser transportados, permitindo um conforto a mais para quem viajar.<br />
Essa inviabilidade seria recompensada através dos anos e de acordo com a demanda. Não teríamos empresas interessadas se elas não vislumbrassem lucros.<br />
Então, entendo, que essa experiencia impar no pais poderia servir de alavanca para tantos outros empreendimentos do gênero integrando o pais como um todo através do transporte ferroviário, que se sabe, tem custo muito inferior de manutenção que nossas estradas de rodagem que estão jogadas as traças consumindo milhões de reais a titulo de modernização e recapeamento que é substituído a cada dois trés anos.<br />
Isso sim é uma fabrica de comer dinheiro, talvez as mesmas fabricas que teem  tanto interesse na inviabilidade das operações ferroviárias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Margaret Thatcher, o Oscar e o Brasil por Antonio R Batista</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1969&#038;cpage=1#comment-2846</link>
		<dc:creator>Antonio R Batista</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 19:09:14 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Machado,
Além da atualidade do diagnóstico (aliás, a coisa piorou) há outra coisa incrível: você já viu algum dos nossos políticos responder a uma pergunta dessas sem sair pela tangente? Sem falar algo suficientemente neutro para, se possível, não desagradar ninguém? Ainda mais em terra alheia. Aqui se acredita que sabedoria política é tentar ser amado por 100% dos ouvintes, sem dizer nada ou quase isso.
E viva o Ministério da Pesca!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Machado,<br />
Além da atualidade do diagnóstico (aliás, a coisa piorou) há outra coisa incrível: você já viu algum dos nossos políticos responder a uma pergunta dessas sem sair pela tangente? Sem falar algo suficientemente neutro para, se possível, não desagradar ninguém? Ainda mais em terra alheia. Aqui se acredita que sabedoria política é tentar ser amado por 100% dos ouvintes, sem dizer nada ou quase isso.<br />
E viva o Ministério da Pesca!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O modelo social europeu acabou por Eduardo</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1946&#038;cpage=1#comment-2713</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 03:07:30 +0000</pubDate>
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		<description>O que acabou foi o governo de deficit eterno. Alguns poucos países, entre eles a Islândia de hoje, ainda estão aí pra provar que é possível oferecer algum bem estar social e ter economia funcionando. Pra isso tem que ser país bem organizado. (Holanda, Suécia, Dinamarca, Alemanha e provavelmente o Canadá).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que acabou foi o governo de deficit eterno. Alguns poucos países, entre eles a Islândia de hoje, ainda estão aí pra provar que é possível oferecer algum bem estar social e ter economia funcionando. Pra isso tem que ser país bem organizado. (Holanda, Suécia, Dinamarca, Alemanha e provavelmente o Canadá).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre TV Pública ou Privada? por André Ambrosio Abramczuk</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1919&#038;cpage=1#comment-2221</link>
		<dc:creator>André Ambrosio Abramczuk</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 00:54:04 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente! O propósito da TV comercial (ou privada, se quiserem assim) é vender audiência para publicitários. O conteúdo da programação (ou o nível de bom ou de mau gosto da programação) é determinado pela audiência. Se alguém acha que a TV aberta brasileira é uma droga, que contribua para a educação do povo e que este passe a exigir programas mais adequados a seu gosto. Não é impondo o gosto de uma minoria a toda a massa de telespectadores que a televisão vai melhorar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente! O propósito da TV comercial (ou privada, se quiserem assim) é vender audiência para publicitários. O conteúdo da programação (ou o nível de bom ou de mau gosto da programação) é determinado pela audiência. Se alguém acha que a TV aberta brasileira é uma droga, que contribua para a educação do povo e que este passe a exigir programas mais adequados a seu gosto. Não é impondo o gosto de uma minoria a toda a massa de telespectadores que a televisão vai melhorar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre TV Pública ou Privada? por TV Pública ou Privada? « ILBlog &#124; Vivo Media Group</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1919&#038;cpage=1#comment-2069</link>
		<dc:creator>TV Pública ou Privada? « ILBlog &#124; Vivo Media Group</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 01:54:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1919#comment-2069</guid>
		<description>[...] posted here: TV Pública ou Privada? « ILBlog   Tweet This [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] posted here: TV Pública ou Privada? « ILBlog   Tweet This [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Og Leme e o federalismo por Marcio Carneiro</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1663&#038;cpage=1#comment-1928</link>
		<dc:creator>Marcio Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 19:28:17 +0000</pubDate>
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		<description>O poder de tributar é, além do poder de destruir, o poder de LEGISLAR.

O tributo deve ser encarado - a partir do princípio da violência do Estado contra o cidadão, no caso, consentida - como uma forma descentralizada de cada cidadão efetuar uma contribuição para a sustentação das instituições que operam a organização e administração das atividades da comunidade que os cidadãos não poderão fazer porque estão ocupados com a busca da felicidade e o gôzo da liberdade individual.

Aliás, estas duas as ÚNICAS OBRIGAÇÕES DO ESTADO - do governo - de forma que não se nega a necessidade de existência do governo E do Estado, apenas que as suas funções sejam especificamente aquelas que os cidadãos decidam.

Assim, o tributo passa a ser uma forma do cidadão administrar a comunidade E cumprir sua missão na Terra.

Uma forma de tributar é o impôsto sobre o consumo.

Esta forma é um tanto complicada na maneira de apropriação dos valôres e controle dos procedimentos, mas creio ser a melhor forma de tributar.

A partir do tributo sobre o consumo NO MUNICÍPIO a cidade contribui com 7% de seu orçamento municipal para a manutenção da Unidade Federada - o Estado -, e 7% para a manutenção da União - a Federação -, admitindo-se a existência de alguns impostos adicionais para conferir renda ao Estado e à Federação.

Mas deve-se ter em mente que deve haver um valor MÁXIMO tolerável para esta tributação, por exemplo, de até 10% do orçamento do município.

Então, as funções políticas devem ser dimensionadas para caber nêste valor, para o Estado e para a Federação.

Desta forma se mantém um MÁXIMO de PODER LEGISLATIVO, ADMINISTRATIVO, TRIBUTÁRIO e POLÍTICO para o município.

Não deve haver na Constituição Federal qualquer dispositivo coercitivo sobre as UUFF e os municípios que constranja a ação de autonomia local e que implique em transferência de recursos financeiros de um município ou para outro ou para o Estado ou para a Federação.

Assim, a Constituição Federal DEVERÁ ser escrita a partir desses novos parâmetros.

Por isto convidamos a todos a participar do processo de elaboração do texto constituicional Federalista em http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=IFDF e em www.InstitutoFederalista.com/debate/ onde debatemos esses e outros assuntos de interesse da causa Liberal no Brasil.

O Instituto Federalista do DF não se vincula ao Partido Federalista pois nossa visão de um Liberalismo Político, Liberalismo Econômico, Liberalismo Cultural, Liberalismo Social é da ação de um Movimento Liberal que atinja a toda a sociedade.

O Federalismo é o sistema de governo que pensamos ser o melhor para nosso País e nosso Povo mas é parte da solução Liberal, não o objetivo final.

Queremos pensar o federalismo dentro da ideia Liberal.

Estamos na rede em Federalistas@Skype.com.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O poder de tributar é, além do poder de destruir, o poder de LEGISLAR.</p>
<p>O tributo deve ser encarado &#8211; a partir do princípio da violência do Estado contra o cidadão, no caso, consentida &#8211; como uma forma descentralizada de cada cidadão efetuar uma contribuição para a sustentação das instituições que operam a organização e administração das atividades da comunidade que os cidadãos não poderão fazer porque estão ocupados com a busca da felicidade e o gôzo da liberdade individual.</p>
<p>Aliás, estas duas as ÚNICAS OBRIGAÇÕES DO ESTADO &#8211; do governo &#8211; de forma que não se nega a necessidade de existência do governo E do Estado, apenas que as suas funções sejam especificamente aquelas que os cidadãos decidam.</p>
<p>Assim, o tributo passa a ser uma forma do cidadão administrar a comunidade E cumprir sua missão na Terra.</p>
<p>Uma forma de tributar é o impôsto sobre o consumo.</p>
<p>Esta forma é um tanto complicada na maneira de apropriação dos valôres e controle dos procedimentos, mas creio ser a melhor forma de tributar.</p>
<p>A partir do tributo sobre o consumo NO MUNICÍPIO a cidade contribui com 7% de seu orçamento municipal para a manutenção da Unidade Federada &#8211; o Estado -, e 7% para a manutenção da União &#8211; a Federação -, admitindo-se a existência de alguns impostos adicionais para conferir renda ao Estado e à Federação.</p>
<p>Mas deve-se ter em mente que deve haver um valor MÁXIMO tolerável para esta tributação, por exemplo, de até 10% do orçamento do município.</p>
<p>Então, as funções políticas devem ser dimensionadas para caber nêste valor, para o Estado e para a Federação.</p>
<p>Desta forma se mantém um MÁXIMO de PODER LEGISLATIVO, ADMINISTRATIVO, TRIBUTÁRIO e POLÍTICO para o município.</p>
<p>Não deve haver na Constituição Federal qualquer dispositivo coercitivo sobre as UUFF e os municípios que constranja a ação de autonomia local e que implique em transferência de recursos financeiros de um município ou para outro ou para o Estado ou para a Federação.</p>
<p>Assim, a Constituição Federal DEVERÁ ser escrita a partir desses novos parâmetros.</p>
<p>Por isto convidamos a todos a participar do processo de elaboração do texto constituicional Federalista em <a href="http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=IFDF" rel="nofollow">http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=IFDF</a> e em <a href="http://www.InstitutoFederalista.com/debate/" rel="nofollow">http://www.InstitutoFederalista.com/debate/</a> onde debatemos esses e outros assuntos de interesse da causa Liberal no Brasil.</p>
<p>O Instituto Federalista do DF não se vincula ao Partido Federalista pois nossa visão de um Liberalismo Político, Liberalismo Econômico, Liberalismo Cultural, Liberalismo Social é da ação de um Movimento Liberal que atinja a toda a sociedade.</p>
<p>O Federalismo é o sistema de governo que pensamos ser o melhor para nosso País e nosso Povo mas é parte da solução Liberal, não o objetivo final.</p>
<p>Queremos pensar o federalismo dentro da ideia Liberal.</p>
<p>Estamos na rede em <a href="mailto:Federalistas@Skype.com">Federalistas@Skype.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Og Leme e o federalismo por Thomas Korontai</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1663&#038;cpage=1#comment-1478</link>
		<dc:creator>Thomas Korontai</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 13:20:22 +0000</pubDate>
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		<description>Perfeito!

O Brasil só resolverá seus problemas (e nossos do dia a dia, causados pelo modelo ora vigente) quando adotar o federalismo pelno das autonomias estaduais e muita autonomia aos municipios, que devem se livrar da União como &quot;entes federativos&quot;. Municipio deve ser &quot;federado&quot; apenas ao respectivo estado ou província. 

Não há outra solução para que se consiga diminuir o tamanho e o peso mastodôntico do Estado Brasileiro, eliminando a tributação da cadeia produtiva (única no mundo até onde sei, e que inviabiliza por si só, a competitividade interna e externa do País com o mundo), desregulamentando a Economia para eliminar a burocracia corruptora e engessante. O Federalismo pleno, reorganiza o Estado e os Poderes de tal forma que se torna o único caminho para a Liberdade na melhor da sua concepção, viabilizando a prosperidade e o desenvolvimento. Mas talvez isso seja óbvio demais...

Saudações Federalistas!
Thomas Korontai
Partido Federalista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito!</p>
<p>O Brasil só resolverá seus problemas (e nossos do dia a dia, causados pelo modelo ora vigente) quando adotar o federalismo pelno das autonomias estaduais e muita autonomia aos municipios, que devem se livrar da União como &#8220;entes federativos&#8221;. Municipio deve ser &#8220;federado&#8221; apenas ao respectivo estado ou província. </p>
<p>Não há outra solução para que se consiga diminuir o tamanho e o peso mastodôntico do Estado Brasileiro, eliminando a tributação da cadeia produtiva (única no mundo até onde sei, e que inviabiliza por si só, a competitividade interna e externa do País com o mundo), desregulamentando a Economia para eliminar a burocracia corruptora e engessante. O Federalismo pleno, reorganiza o Estado e os Poderes de tal forma que se torna o único caminho para a Liberdade na melhor da sua concepção, viabilizando a prosperidade e o desenvolvimento. Mas talvez isso seja óbvio demais&#8230;</p>
<p>Saudações Federalistas!<br />
Thomas Korontai<br />
Partido Federalista</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Divisão do Pará: você é contra ou a favor? por sergio luiz g pereira</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1620&#038;cpage=1#comment-1477</link>
		<dc:creator>sergio luiz g pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 09:42:10 +0000</pubDate>
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		<description>sou totalmente contra. o que realmente querem é somente a criação de novos cargos publicos: deputados, senadores, governadores; e as melhorias na saude, educação, estradas, básicas não saem nunca. o Estado nunca tem reserva suficiente, pois a pouca vergonha é grande.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sou totalmente contra. o que realmente querem é somente a criação de novos cargos publicos: deputados, senadores, governadores; e as melhorias na saude, educação, estradas, básicas não saem nunca. o Estado nunca tem reserva suficiente, pois a pouca vergonha é grande.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O peixe morre pela boca por Flavio Santos</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1557&#038;cpage=1#comment-1434</link>
		<dc:creator>Flavio Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 09:23:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1557#comment-1434</guid>
		<description>Caro Prof. Mário Guerreiro,
Lula é rico. Ponto final. Quando será que vão parar de ver esse senhor como um pobrezinho retirante? Se foi, já não é mais. Ele é do &quot;andar de cima&quot; segundo a maneira peculiar de ver o mundo como é a de Elio Gaspari...
Abraço e parabéns.
Flavio Santos - Rio/RJ</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Prof. Mário Guerreiro,<br />
Lula é rico. Ponto final. Quando será que vão parar de ver esse senhor como um pobrezinho retirante? Se foi, já não é mais. Ele é do &#8220;andar de cima&#8221; segundo a maneira peculiar de ver o mundo como é a de Elio Gaspari&#8230;<br />
Abraço e parabéns.<br />
Flavio Santos &#8211; Rio/RJ</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre &#8220;Direito de trabalhar&#8221; está funcionando em Oklahoma por Thomas Korontai</title>
		<link>http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1519&#038;cpage=1#comment-1423</link>
		<dc:creator>Thomas Korontai</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 17:50:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://institutoliberal.org.br/blog/?p=1519#comment-1423</guid>
		<description>Uma das propostas federalistas é exatamente conceder à cada estado o direito de legislar em matéria trabalhista, de acordo com suas pecualiaridades, além, é claro, de outros direitos legislativos. 

A notícia acima demonstra que o povo de cada estado - denominado de eleitores, mas que na verdade são os pagadores da conta/impostos - devem ter o direito de decidir o que é melhor em qualquer matéria, e até mesmo a trabalhista deve estar incluída neste rol. Federalismo pleno é isso. 

Saudações federalistas e liberais
Thomas Korontai</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das propostas federalistas é exatamente conceder à cada estado o direito de legislar em matéria trabalhista, de acordo com suas pecualiaridades, além, é claro, de outros direitos legislativos. </p>
<p>A notícia acima demonstra que o povo de cada estado &#8211; denominado de eleitores, mas que na verdade são os pagadores da conta/impostos &#8211; devem ter o direito de decidir o que é melhor em qualquer matéria, e até mesmo a trabalhista deve estar incluída neste rol. Federalismo pleno é isso. </p>
<p>Saudações federalistas e liberais<br />
Thomas Korontai</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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